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Título original: “Bound”
Gênero: suspense
Origem: EUA
Direção: dos irmãos Wachowski, os mesmos de Matrix
Com: Gina Gershon e Jennifer Tilly
Premiação: uma indicação ao MTV Movie Awards de melhor beijo para Gina Gershon
Corky (Gina Gershon) arranja trabalho na reforma de um apartamento, logo após deixar a cadeia. A vizinha do local, Violet (Jennifer Tilly) se interessa por ela, e faz de tudo para se aproximar. As duas começam a ter um caso e Violet resolve bolar um plano com a amante para dar um golpe no marido, um mafioso. O filme é envolvente e cheio de sensualidade. Boas cenas de beijos e sexo entre as duas. Para quem gosta de fotografia, os filme traz umas sacadas visuais muito legais. Filme de 1996, e é o primeiro longa dos diretores de Matrix, os irmãos Wachowski.
Autora: Vita Sackville-West
Editora Nova Fronteira
"Escrito em 1936, é uma biografia de Joana D'Arc - que deveria ser nomeada a santa padroeira das lésbicas - escrita por uma lésbica, a escritora inglesa Vita Sackville-West. Que Vita tenha escolhido Santa Joana para biografar não é surpresa nenhuma. Além da figura interessantíssima e enigmática que foi Joana - ela rendeu mais de mil biografias até hoje - certamente o que chamou atenção de Vita foi o travestismo da heroína francesa. Afinal, a própria Vita costumava escandalizar a alta sociedade inglesa da década de 20 quando saía às ruas vestida de homem. O travestismo de Joana D'Arc é tão atraente para a escritora que ela sustenta a tese de que a Donzela de Orleans foi queimada muito mais porque vestia roupas masculinas do que por suas outras "heresias". É claro que Joana foi queimada também pela suspeita de inspiração demoníaca e, principalmente, por motivos claramente políticos - é bom lembrar que ela estava do lado dos franceses e foi julgada por ingleses e borgonheses, seus inimigos. No entanto, fato é que Joana se recusava a colocar um vestidinho, dizendo ser a vontade de Deus que ela colocasse armadura, cortasse o cabelo e vestisse roupas de homem. O mais curioso é perceber que as duas santas que falavam com Joana, Santa Margarida e Santa Catarina, foram mulheres que recusaram entregar seus próprios corpos aos homens para conservar suas respectivas virgindades. A própria Santa Catarina se fez passar por homem para poder tornar-se padre e escapar do casamento - só descobriram seu verdadeiro sexo depois de morta. "Santa Joana D'Arc" é um relato preciso e detalhado da saga da Donzela de Orleans. Torna-se cansativo quando descreve minimamente as estratégias e as movimentações das batalhas do exército de Joana. Por outro lado, a narrativa de Vita é fluente, atenta aos fatos e desprovida de apelos místicos ou fantasiosos. Uma ótima oportunidade para conhecer melhor a vida fascinante desta garota arrogante e intransigente que conseguiu unir a França sob seu estandarte, pela força de sua fé e espada."
(resenha retirada do site MixBrasil)