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Título original: “Gia”
Gênero: drama
Origem: EUA
Direção: Michael Cristofer
Roteiro: Michael Cristofer e Jay McInerney
Com: Angelina Jolie e Elizabeth Mitchel
Premiação: Emmy de melhor edição e dois Globos de Ouro de melhor atriz em minissérie ou filme para TV (Angelina Jolie) e melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV (Faye Dunaway)
Em tom de documentário é narrada a vida de Gia Maria Carangi (Angelina Jolie), uma jovem da Filadélfia que tenta a sorte e logo se torna uma das mais belas e requisitadas top models do mundo, sendo inclusive capa da Vogue e da Cosmopolitan. A fama e o pseudo-poder, trazem à seu tempo, as oportunidades e desgostos de uma vida cheia de glamour e ao mesmo tempo, de conflitos entre os verdadeiros amigos e as falsas impressões que Gia tem das coisas. Mas sua fama meteórica vem acompanhada de uma paixão por Linda (Elizabeth Mitchell), que se tornaria o grande amor da sua vida, mas era um relacionamento instável. Esta insegurança no amor, na família e em diversos momentos da sua vida a transformam em uma viciada em heroína, sendo que esta dependência às drogas cada vez mais incontrolável provocaria sua decadência. Este filme teria como protagonista a atriz Michelle Pheifer, mas depois de sua participação no filme “Hackers – Piratas de Computador”, o diretor Michael Cristofer, fez questão de chamar Jolie para o papel. Escolha muito bem feita por sinal. Bem...ver Angelina Jolie, com ótima atuação, nua e em cenas calientes com outra mulher já dá o recado. Diversão garantida.
Autora: Lúcia Facco
Editora Summus
"Os romances lésbicos produzidos atualmente não chegam a ter o status de subliteratura, porém de paraliteratura: costumam ser ignorados tanto pela crítica quanto pela academia. Para preencher essa escandalosa lacuna, Lúcia Facco, mestre em Literatura Brasileira pela UERJ, analisa cinco romances escritos por e dirigidos a lésbicas. O formato de seu trabalho já lembra um romance, construído na forma de cartas que a personagem envia a amigas e professores a respeito de sua orientação sexual. Leitura acessível, raro estudo teórico sobre o tema. Recebeu o Prêmio Arco-Íris de Direitos Humanos, na área Cultura-Literatura. O livro se tornou referência para o estudo da literatura lésbica no Brasil."