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“Acordei e encontrei o teu cheiro, não a ti porque tinhas já saído. Mas deixas sempre o teu cheiro para me acordar, para eu rolar para o teu lado da cama, ainda quente, as marcas da tua cabeça na almofada, as marcas do teu corpo nos lençóis e uma das pontas está mais machucada, foi essa a ponta que prendeste e cerraste na mão, enquanto a minha boca te procurava e apagava de ti os vestígios do dia, das horas, do tempo que não foi meu…E no lençol ficou marcado o grito que a tua mão soltou, quando no teu corpo só estava eu, e nada mais sabias senão da minha boca, e nada mais havia senão a vontade do teu corpo, que se levantava ao meu encontro, e agitavas a cabeça marcando a almofada...E deixavas cheiro e calor para eu te encontrar ao acordar.”
(escrito por Encandescente criadora do blog Erotismo na Cidade)