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Movimento D'ELLAS
Mulheres homoafetivas no combate a toda e qualquer forma de discriminação e violência
Coordenadora: Yone Lindgren
Telefone: (21) 3813-1960

Movimento
' ELLAS, quem vier... no Orkut
Missão
Fundado em 23 de Março de 1993 o Movimento D’ELLAS é uma organização não governamental sem fins lucrativos que tem como missão o combate a toda e qualquer forma de discriminação e violência, atuando na defesa e promoção dos direitos da mulher, em especial mulheres Lésbicas, Bissexuais e Transexuais e na visibilidade da livre orientação sexual.
Meta
Informar, articular e fortalecer as mulheres Lésbicas, Bissexuais e Transexuais em Saúde integral, Trabalho e Renda, Direitos Humanos, Cultura de Paz e Ecológica, Políticas Públicas especificas, Arte Educação (esporte, lazer, comunicação). Atuando na construção, promoção e desenvolvimento da qualidade de vida, de suas potencialidades e auto estima para uma vida mais justa e cidadã em pleno exercício de seus deveres e direitos.
Centro de Referência Contra a Violência e Discriminação Homossexual
Coordenadora: Yone Lindgren
Endereço: Praça Cristiano Otoni, s/nº Edifício D. Pedro II - Ala Par - Sala 306 Central do Brasil, Rio de Janeiro, RJ
Telefone: (21) 3399-1303 ou 3399-1304
Email: cerconvidh@sejdic.rj.gov.br
migos do CERCONVIDH/DDH-RJ no Orkut
Missão
Os serviços que compõem o CERCONVIDH-DDH-RJ, visam atendimento a gays, lésbicas, travestis, transgêneros, bissexuais e simpatizantes (GLTTBS), com o intuito de denunciar, informar, acompanhar, esclarecer e capacitar no que relaciona com direitos e limites. Focando com este trabalho todas as populações excluídas de nossa sociedade; possibilitando assim a construção social de nossa igualdade, esvaziando a estigmatização e discriminação, relacionadas às homossexualidades; buscando além de reflexão, respostas comunitárias e governamentais a estas questões, tangenciando em perspectivas e ações o que era discurso.
Meta
As vozes do Movimento Homossexual e do Poder Público (em parcerias nem sempre comuns ou fáceis), são a força motriz de nosso CERCONVIDH-DDH-RJ, que interage e intervém nos processos discriminatórios e violentos; o que significa sermos protagonistas de nossos processos evolutivos, proporcionando igualdade, acesso às informações relevantes ao exercício pleno da cidadania e visibilidade maciça.
Centro de Referência em Direitos Humanos GLBTT-A
(Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Aliados)
Executado: pelo Movimento D'ELLAS de Yone Lindgren
Coordenador Executivo: Rodrigo Canuto
Telefone: (21) 3399-1303 ou 3077-9119
E-mail: crdh_rj@yahoo.com.br (este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo)
Missão
Em funcionamento desde 15 de dezembro de 2006 o Centro de Referência em Direitos Humanos GLBTT-A (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Aliados) do Rio de Janeiro e executado pelo Movimento D'ELLAS, instituição coordenada por Yone Lindgren, o objetivo desse Centro é servir como uma ferramenta na promoção do fim das desigualdades sociais. O CRDH possui no seu quadro o psicólogo Alberto Carneiro, a advogada Fernanda Mattos e a assistente social Renata Guimarães, além de ouvidores treinados para o atendimento. Tendo como responsável pela coordenação executiva o jornalista Rodrigo Canuto. Esse grupo está fazendo história ao construir o centro de forma unida, independente de hierarquias ou funções. Ou seja, todas as decisões e atitudes são discutidas em equipe de forma a otimizar o acolhimento dos assistidos e o encaminhamento de denúncias.
Meta
Esse grupo está pronto para fornecer orientação geral sobre direitos e deveres do cidadão e sobre a legislação que assegura esses direitos a população de orientação GLBTT, bem como os direitos fundamentais da pessoa humana aos demais segmentos vulneráveis da sociedade, encaminhando para os serviços especializados de atendimento cada caso específico. A população GLBTT recebe um atendimento especializado, de modo a desenvolver ações de promoção da cidadania, combate ao preconceito e a violência homofóbica. Além da equipe multidisciplinar, o CRDH GLBTT-A possui uma série de parceiros que trabalham a seu lado. Órgãos do governo federal como a Secretaria Especial de Direitos Humanos, os Ministérios da Cultura, da Educação e o Conselho Nacional de Combate à Discriminação; órgãos estaduais como a Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, a Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Ministério Público; além de representantes da sociedade civil como a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), o Movimento D'ELLAS a ABL (Articulação Brasileira de Lésbicas ) e o Instituto Brasileiro de Apoio às Associações Civis (IBASC); todos parceiros do CRDH GLBTT-A no ideal de exercício da cidadania plena. Atualmente o centro está funcionando como suporte para o Centro de Referência Contra a Violência e Discriminação ao Homossexual (CERCONVIDH), onde funciona o serviço do Disque Defesa Homossexual.
ABGLT
Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros
Presidente: Toni Reis
Vice Presidente - Lésbicas: Yone Lindgren
Vice Presidente - Trans: Liliane Anderson
Secretário Geral: Cláudio Nascimento
Secretário de Direitos Humanos: Marcelo Nascimento
Secretário de Comunicação: Léo Mendes
Secretário de Finanças: Beto de Jesus
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros – ABGLT, foi criada em 31 de janeiro de 1995, com 31 grupos fundadores. Hoje a ABGLT é uma rede nacional de 165 organizações, sendo 109 grupos de gays, lésbicas, travestis e transexuais, e mais 56 organizações colaboradoras voltadas para os direitos humanos e Aids. É a maior rede GLBT na América Latina. A missão da ABGLT é fortalecer e organizar entidades de gays, lésbicas, travestis e transexuais para promover a construção de uma sociedade livre e igualitária. Princípios e valores: ética, transparência, compromisso, integridade, diversidade e solidariedade.
Atualmente a ABGLT tem cinco linhas de trabalho prioritárias, que são:
- Brasil Sem Homofobia;
- Resolução Brasileira na ONU, sobre Orientação Sexual e Direitos Humanos;
- Advocacy para aprovação de leis e garantia de orçamento para políticas afirmativas voltadas para GLBT;
- Garantia da manutenção de recursos para prevenção e assistência em HIV/Aids para gays e outros homens que fazem sexo com homens, diante da política federal de descentralização para os estados e municípios;
- A promoção do Estado Laico.
Algumas destas linhas de trabalho são apoiadas por projetos específicos e, além disso, a ABGLT, através de organizações afiliadas, executa o Projeto Somos, de capacitação de grupos GLBT nas áreas de prevenção e assistência em HIV/Aids e a defesa e promoção dos direitos humanos. O projeto surgiu como uma das respostas ao número alarmente de casos de Aids entre homo e bissexuais. O nome do projeto é uma homenagem a um dos primeiros grupos gays do Brasil, o SOMOS - Grupo de Afirmação Homossexual, que atuava em São Paulo no final dos anos 70.
(informações e logotipo retirados do site da organização)
Presidente Lula recebe ABGLT
Pela primeira vez na história da república um presidente recebe o movimento de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais no país. Lula, recebeu no dia 13/12/2006, às onze horas, no Palácio do Planalto, em Brasília, o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, Toni Reis, junto com mais outras 24 lideranças de organizações sociais brasileiras de estudantes, negros, trabalhadores, mulheres, índios, entre outros. Na audiência que contou com as presenças dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci, o presidente Lula disse que o "adversário dos movimentos não está no Palácio do Planalto e que é obrigação destes não baixar a guarda na democracia, nos direitos humanos e no controle social". Para Toni Reis o fato do presidente da República receber a ABGLT significa "um fato histórico e uma vitória da luta contra o preconceito a que os GLBTs sempre foram submetidos no Brasil e que demonstrou a necessidade de continuarmos a luta pela implantação do programa Brasil sem Homofobia, pelo Estado Laico e uma política externa que garanta os direitos humanos por orientação sexual e identidades de gênero. Agora é hora dos fóruns estaduais da ABGLT procurar audiências com os novos governadores e iniciarmos uma nova etapa no movimento". Luiz Dulci, lembrou que a ABGLT foi incluída entre as 25 mais importantes organizações sociais do Brasil (entre elas: UNE, CUT, MST, Abong, Articulação de Mulheres,...) pelas suas 203 afiliadas e pelo seu efetivo trabalho na sociedade brasileira.
(por Léo Mendes, jornalista profissional e Secretário de Comunicação da ABGLT)
Mo.le.ca
Movimento Lésbico de Campinas
As reuniões são realizadas aos sábados às 15:30 horas
Endereço: Rua Costa Aguiar, 197 - Sobreloja - Centro Campinas - SP - Brasil - CEP 13010-061
Telefone: (19) 3231-2995
Grupo de discussão
Site do Mo.le.ca
O Grupo Mo.Le.Ca - Movimento Lésbico de Campinas é uma organização formada, organizada e voltada totalmente aos interesses das mulheres lésbicas e bissexuais. É uma associação civil sem fins lucrativos, de natureza não governamental, sem qualquer vinculação a partidos políticos ou crenças religiosas. O Grupo é dirigido somente por mulheres e realiza todas as suas atividades voltadas ao público lésbico e bissexual da região de Campinas. Segundo pesquisas recentes do Ministério da Saúde do governo brasileiro, calcula-se que, no mínimo, 3,5% da população seja lésbica. Assim, no município de Campinas SP, que conta com uma população de 1 milhão de habitantes, estima-se que a população lésbica gire em torno de 35 mil mulheres. O Mo.Le.Ca. foi criado no ano 2000 para atender a demanda dessa população, criando um espaço específico para discussão da vivência lésbica, dos preconceitos que dela emergem e para promover a inclusão dessas mulheres na sociedade, de forma igualitária. A idéia começou a tomar forma no início do ano 2000, quando um pequeno grupo de mulheres homossexuais foi formado por Edwiges Rabelo de Lima, Neusa Maria de Jesus, Adriana Ramos e Maria Helena de Almeida Freitas e iniciada a discussão. Foram enviadas 35 cartas às conhecidas e em 20 de maio de 2000 foi realizada uma reunião entre lésbicas, bissexuais e interessadas, e compareceram onze mulheres que discutiram suas impressões a respeito da criação do grupo de discussão, sendo decidido que seria um grupo formado especificamente por mulheres.
- Participação na LBL - Liga Brasileira de Lésbicas; e em outros diversos fóruns e organizações.
- Participação no Orçamento Participativo do Município de Campinas;
- Participação e/ou organização de eventos na temática direitos humanos;
- Participação em ações, junto com outros grupos, visando a elaboração de leis anti-discriminatórias municipais, estaduais e federais.
(informações e logotipo retirados do site da organização)