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Nome Completo: Kirsten Caroline Dunst
Natural de: Point Pleasant, Nova Jersey, EUA
Nascimento: 30 de Abril de 1982


Orgasmo, enfim
Aquela tarde fria de junho de 2001 nunca mais vai se apagar da memória de Maria. Num quarto de um apartamento em São Paulo, sob lençóis macios, o corpo miúdo e bem delineado, do tipo que definem como “mignon” se contorcia de prazer. Sem preconceito, medo, culpa e nem vergonha. Depois de dez anos de casamento, pela primeira vez ela teve, na prática, o que só conhecia na teoria: orgasmo. E com ele veio a decisão: “Não quero mais saber de casamento, não quero mais saber de marido nem de homem. Eu gosto é de mulher”. Contada de forma assim fugaz, a experiência de Maria parece mais uma entre tantas aventuras homossexuais. É mais que isso. A partir dela, Maria mudou sua vida e a de muitas mulheres de sua cidade, que passaram a ter um novo referencial de relacionamento. Depois de Maria, ficou mais fácil para as mulheres da cidade se assumirem como homossexual, ela acredita: Eu revolucionei com meu comportamento. Iniciei uma nova era para as lésbicas da cidade. Até então ninguém demonstrava, ninguém assumia. Depois que eu abri o jogo, fiquei apavorada com tanta gente que se revelou. Gente que eu nem imaginava. O bar que eu freqüento era só de hetero, mas hoje 80% do público é gay. Pequena, delicada, bonita e vaidosa, Maria também está ajudando a desmistificar a imagem da mulher-macho que, verdade seja dita, ela mesma alimentava. “Durante muito tempo ficou a imagem do gay como um homem efeminado e da lésbica como uma mulher-macho. Eu mesma achava que lésbica era uma mulher masculinizada, grandona, do tipo caminhoneira, aquela coisa troglodita. Olha pra mim, eu uso saia, batom, maquiagem, salto alto. À noite saio produzidíssima. Não é por que eu me assumi como homossexual que deixei de ser feminina. Sou a mesma pessoa.”
Primeiro casamento
Hoje Maria fala da sua orientação sexual com a naturalidade de quem conta um capítulo de novela. Mas assumir não foi tão simples assim. Durante dez anos – dos 19 aos 29 – Maria foi casada com o artista plástico João, dois anos mais novo. Alto, moreno, bonito, sensível e educado, João era o homem dos sonhos de muitas mulheres, inclusive de Maria. Apaixonaram-se e em dez meses estavam construindo uma vida em comum: a casa, a loja de decoração – uma das mais bonitas da cidade, conhecida pelos artigos diferenciados e de bom gosto que comercializa – e, três anos mais tarde, o filho José, hoje com sete anos. A vida do casal, que era uma calmaria, começou a enfrentar as primeiras turbulências no verão de 1996. Maria e João decidiram passar seis meses no litoral norte de São Paulo, onde alugaram uma loja no shopping da cidade para comercializar artigos de decoração naquela temporada. - Quando cheguei no shopping, cruzei com duas meninas. Uma delas era loira, cabelo na cintura, lindíssima. Cumprimentei e subi. No mesmo dia a Sara, minha irmã mais nova que também estava na cidade, e que a conhecia, me apresentou. Era Aline, a mulher com que Maria, anos depois se deitaria no apartamento em São Paulo. Mas do dia em que se conheceram até aquela tarde de amor, lá se foram cinco anos, vários conflitos e desencontros.
De volta
Depois daquele encontro casual, a amizade entre Maria e Aline foi se fortalecendo, as conversas tornando-se mais íntimas e o tema homossexualidade entrou em pauta. Como Maria dissera que não tinha preconceito, Aline se abriu. - Ela me contou que era lésbica e que a Ana, a amiga que estava com ela no shopping, era sua namorada. Levei um susto, engoli em seco, porque nunca tinha visto uma mulher homossexual tão feminina, tão bonita. A partir dessa revelação, o relacionamento entre as duas ficou mais intenso. Nos dias que se seguiram, os olhares eram diferentes, as conversas cada vez mais intimistas, os encontros mais freqüentes e fortuitos. Até que num passeio pela praia o inevitável aconteceu. - Nós nos beijamos e aquele beijo mexeu comigo, despertou algo dentro de mim, me deixou louca, confusa. Eu pensava: meu Deus, o que é isso? Não é possível que estou me apaixonando por uma mulher! Mas estava e não conseguia mais dissimular nem esconder. João foi o primeiro a perceber que algo estava acontecendo e tomou a iniciativa de tocar no assunto. “Maria, estou sentindo que há um lance entre você e a Aline. Eu não posso impedir o que você está sentindo. É isso que você quer?"
Pequeno momento
Tanta compreensão, ao invés de ajudar, acabou se tornando um bloqueio para Maria. “Aquela noite, nós passamos juntas. Mas foi muito esquisito, muito estranho. Era a primeira vez que estava indo para a cama com uma mulher. Foi uma coisa muito estressante porque meu marido estava lá fora e sabia de tudo. A namorada dela estava em Campinas e poderia chegar a qualquer momento. Foi uma coisa muito esquisita e única.” A partir daí, o que se seguiu na vida de Maria foi uma sucessão de buscas, separações e incertezas. Ela, o marido e o filho voltaram para a cidade de onde saíram. Aline e a namorada, para Campinas, onde moravam. Era maio de 1996. Dois meses depois ela se separou de João, passou alguns meses no Rio de Janeiro, conheceu outros homens, mas não perdeu o contato com Aline. “A gente se comunicava por telefone, por e-mail, de vez enquanto eu ia para Campinas, a gente se via, outras vezes ela vinha para minha cidade, rolava uns beijos, mas nada mais sério.” Depois de seis meses de separação, Maria voltou para João e durante cinco anos viveu dividida. Não deixava João, mas também não esquecia Aline. Até que em junho de 2001 o casal foi para São Paulo. Enquanto ele fazia um curso de artes plásticas, ela corria para dar conta de fazer as compras para a loja no período da manhã, porque à tarde já tinha um compromisso secreto que mudaria o rumo de sua vida. Aquele encontro em que se entregou de corpo e alma a Aline. - Aline tinha me ligado. Nós combinamos de nos encontrar no apartamento de uma amiga dela em São Paulo. Ficamos juntas das duas da tarde às dez da noite. E foi aí que descobri que passei trinta anos da vida sem ter orgasmo. Eu achava que tinha, mas não tinha. E, por incrível que pareça, eu vim a ter com uma mulher. Depois desse encontro eu decidi que não queria mais saber do meu marido. Eu não estava mais fazendo ele feliz e nem ele a mim. Não tinha mais reciprocidade. Decidi que não queria mais.
Bárbara
De volta a sua cidade natal, decidida a viver sua história de amor com Aline, Maria separou-se de João, desfez a sociedade na loja, deixou o filho e correu para os braços da amada, em Campinas. No primeiro mês, juras de amor, entrega total, tudo muito intenso e bonito. No segundo, as diferenças e dúvidas começaram a aparecer e as discussões tornaram-se cada vez mais acaloradas e constantes. Aline começou a ficar incomodada com a situação e em dúvida se queria continuar com Maria em Campinas, expondo seus quadros na feira de artesanato do Centro de Convivência, ou ia para São Paulo, alçar vôos mais altos na carreira. - A gente começou a ter altas brigas. Tudo o que eu não briguei com meu marido em dez anos de casamento, briguei em três semanas com ela. Cheguei à conclusão que não era isso que eu queria para minha vida. Parece incrível, mas estivemos apaixonadas por cinco anos, e o namoro durou só dois meses. Novamente na cidade de origem, reencontrou Soraia, uma antiga amiga vocalista de uma banda pop, e com ela teve um breve namoro de três meses. “Foi mais para esquecer a Aline”, admite. Mas a amante ideal parece ter encontrado mesmo em Bárbara, a bela estudante de arquitetura, de 21 anos. “Faz seis meses que estamos juntas. Ela é uma pessoa que me supre em tudo. Sou apaixonada por ela.”
Religião
Filha de pai católico e mãe evangélica, Maria foi educada dentro de uma doutrina religiosa contrária à homossexualidade. A sensação de pecado a perseguia à todo momento. - Isso foi o que mais pesou quando eu decidi assumir a minha homossexualidade. Eu pensava: isso não é certo, o natural é homem com mulher. Isso me incomodou demais, eu achava que era pecado, me sentia culpada. Hoje, liberta da culpa, acha que toda forma de amar é válida e acredita que já fez as pazes com Deus. - Deus vai ter que relevar, senão todo mundo vai queimar no mármore do inferno, porque não tem quem não peque. Eu não desejo mal a ninguém, não faço mal a ninguém, não falo mal de ninguém. Apenas sou homossexual. E eu acho que isso não é pecado, é uma forma de amor muito bonita. Não me sinto mais culpada não. Abro o jogo com Deus, converso com ele numa boa. Demorei muito para fazer esta escolha e não vou voltar atrás. O drama de Maria em relação à religião é comum entre muitos homossexuais e tema recorrente em discussões na sociedade e mais recentemente nas salas de bate-papo da Internet, onde já existem sites específicos sobre o assunto. A sensação de pecado tem sua origem no preconceito, que advém, principalmente, da não aceitação da homossexualidade pela maioria das religiões atuais, e não só a judaico-cristã. De acordo com alguns teólogos, a tradução incorreta da Bíblia fez com que algumas passagens fossem interpretadas como contrárias à homossexualidade. Os ensinamentos de Paulo, na Bíblia, são bem claros quando execram tal comportamento humano. E este tipo de postura, concorreu para a formação desta consciência comum de que a homossexualidade é algo não natural, pecaminoso e passível de punição.
Fora do armário
Não foi fácil para Maria esconder sua orientação sexual. Daí a “sair do armário” houve um longo processo. De primeira mão, a cidade quase inteira ficou sabendo, menos a família, à exceção de Sara, a irmã mais nova de Maria, que acompanhou a história desde o início. Separada do pai, a mãe mora nos Estados Unidos e Maria só pretende lhe contar pessoalmente quando ela vier ao Brasil. O pai nem sonha, e a irmã mais velha, Cristina, só recentemente tomou conhecimento e ficou apavorada. “Imagine quando o resto da família ficar sabendo...” A notícia também caiu como uma bomba na casa da sogra e estremeceu ainda mais as relações com Maria, que já não eram sólidas. - Ela sempre foi extremamente ciumenta. Sempre agiu comigo como se eu tivesse tomado o filho dela. E quando ela descobriu foi um prato cheio. Chorou, fez o maior drama, quis tirar meu filho porque achava que eu não tinha base familiar para dar a ele, já que eu tinha um relacionamento com outra mulher. Foi o marido quem intercedeu a favor de Maria e acabou por convencer a todos a deixar José com ela. Isso, depois de se recuperar do trauma inicial. Primeiro condicionou a separação ao fim da sociedade na loja e a guarda do filho a ele. “Ele ficou magoado. A minha vida é um livro aberto, essa história veio à tona e boa parte da cidade ficou sabendo. Para ele isso foi muito doloroso, principalmente porque ele me amava muito. O tempo se encarregou de curar as feridas. Hoje a gente se dá muito bem. No início foi complicado para todo mundo. Todos sofreram." A prova de fogo, entretanto, ainda está por vir: o filho. Maria diz que está preparando José para revelar-lhe a verdade. Já começou a abordar o assunto. “Tento explicar que é uma forma de amar diferente, e que as pessoas têm que respeitar. Ele ainda não entende, mas espero que compreenda tudo o que fiz e me perdoe por eu não continuar ao lado do pai, como ele gostaria."
O que elas têm
Um detalhe que assusta homens e intriga mulheres: por que elas gostam de mulheres? O que as fêmeas oferecem que os machos deixam a desejar? No caso de Maria, o orgasmo foi fundamental. E para que ela o sentisse, o carinho, o vagar, as famosas “preliminares”, que os homens em geral dispensam e as mulheres dizem adorar, foram determinantes. - Tem uma explicação básica para isso. Quando você sai com um homem, a prioridade dele é sentir prazer. Ele vai, monta em cima de você, trepa, vira as costas e não quer saber se você gozou, se foi bom para você, se você está feliz do lado dele. Não quer saber de dar carinho. Já para a mulher o mais importante é o prazer de sua parceira. As duas pessoas se preenchem. E não precisa de auxílio, tipo consolo, não. Se for assim é preferível transar com homem. Na cama o que vale é criatividade e isso as mulheres têm demais. Entretanto, esse não era o caso de seu ex-marido João, frisa Maria. “Ele era maravilhoso na cama, o único problema é que ele tem um negócio no meio das pernas que eu não gosto. Gostava das preliminares, mas na hora da penetração eu não sentia prazer. Sentia dor.” Por conta desse desconforto e falta de prazer, Maria freqüentava com assiduidade o ginecologista, que recomendava tratamento à base de remédios e pomadas para um diagnóstico que não variava muito: ia do stress às infecções femininas. Coincidência ou não, bastou Maria começar a se relacionar com uma mulher para tudo se resolver. “Eu ia ao ginecologista a cada três meses. Agora faz oito meses que não vou. Fui só para tirar o DIU, porque não vou precisar mais." Ao contrário de Maria, o médico Haruo Okawara não aponta o descaso dos homens, a falta de prazer ou mesmo a dor no relacionamento como motivos que empurram as mulheres para os braços de outras mulheres: “Mulheres heterossexuais não adotam orientação homossexual simplesmente porque se desencantaram com os homens. A adoção do comportamento homossexual geralmente pressupõe forte tendência nesse sentido, que poderia estar reprimida consciente ou inconscientemente”. Sentada na calçada da praça, espécie de ateliê a céu aberto, onde artesãos e artistas da cidade, assim como ela, expõem sua arte e ganham à vida, Maria confessa não perder mais tempo querendo entender as razões de sua homossexualidade. Quer mais é vivê-la com intensidade. O que parece estar acontecendo ao lado de Bárbara. “A Bárbara é linda, delicada. Amo sua voz, seu jeito de fazer amor, sou apaixonada por ela”, declara com um brilho nos olhos.
(Texto de Vilma de Barros Mattos)

“Um dia desses, te espero numa esquina qualquer, vestida de mulher dos pés a cabeça, cheirosa, latente, nervosa e quente. Um dia desses, te espero numa beira de estrada, vestida de fada, lábios cor-de-rosa, cega de paixão e varinha de condão. Um dia desses, te espero no meio da rua escura, vestida de nua carente de lua, demente, manhosa, querendo só uma prosa. Um dia desses, te espero numa fumaça de asfalto, despida de salto, pés descalços de tortura, aberta, certa e segura que nesse dia te mato de prazer.”
(texto postado por Mariana no blog Elas por Elas)

Estou aqui para apresentar para vocês um cara chamado carinhosamente por todos que lhe são mais íntimos de Ali. Ele tem 39 anos de idade, é filósofo, um estudioso da raça humana, professor de uma faculdade em São Paulo e, também, escritor. Ali é um cara tranqüilo, sereno, que ama a vida, ama seus amigos. Ali é uma pessoa muito pacífica, ao ponto de ser incapaz de fazer mal à uma mosca. No entanto, Ali tem uma particularidade, que o torna quase singular em comparação à maioria da população: ele é gay. Mas isso não faz dele menos Ali! Ele continua sendo o mesmo cara gente fina de sempre! A única diferença é que ele prefere, entre quatro paredes, estar com meninos ao invés de meninas. Algum mal nisso? Creio que não, já que cada um faz com sua vida particular o que bem entender desde que não prejudique a outrem. Isso é o que podemos chamar de respeito pela diversidade. Todavia, em pleno século XXI, ainda tem gente que acha que os gays não são dignos de respeito...Madrugada de sábado, 11 de fevereiro de 2007, Ali estava voltando da rua para sua casa com alguns amigos, passando pela Rua da Consolação, nos Jardins - inquestionavelmente, o reduto gay da cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina da Alameda Santos, quando foi cruelmente atacado por um bando de mais ou menos dez caras, armados de cacos de garrafas em suas mãos. Os covardes em questão trajavam preto, como cavaleiros da morte, e traziam consigo todo o ódio do mundo. Por quê? Talvez porque não tenham a coragem que Ali tem de encarar a vida, talvez porque não tenham a inteligência e sensibilidade de Ali, ou talvez ainda, porque para eles deva ser divertido espancar um ser vivo até quase matá-lo. Apenas diversão para terminar bem a noite. Pobres desalmados! Pobre Ali...Vendo seu amigo sendo atacado, mais que rapidamente, seus companheiros se dirigiram a poucos passos de onde a agressão acontecia, onde havia uma guarita da Polícia Militar. No entanto, qual foi a surpresa dos amigos de Ali ao descobrir que, sendo a polícia solicitada para ajudar, estes se omitiram perante à situação apresentada com a justificativa de que "aquela região não era sua jurisdição"! Que eficiência! Que humanidade!! Que presteza!!! Então, para a Polícia Militar ajudar ao cidadão em perigo, é necessário checar se este está na jurisdição na qual os mesmos policiais se encontram? O que faziam estes policiais ali, então, fora de sua jurisdição? Estavam "matando" trabalho? Ora, se cada policial tem sua jurisdição, onde estariam os policiais da jurisdição correspondente ao lugar onde o crime acontecia?? Não poderiam estes policiais que estão fora de sua jurisdição, comunicar-se via rádio com outros policiais que pudessem prestar socorro ao rapaz sendo covardemente espancado na calçada na frente de seus narizes? Se o dever dessas autoridades é defender o cidadão indefeso, como descrever o paradoxo desta situação? Faltam-me palavras...Os amigos de Ali voltaram em seu socorro e o encontraram jogado, inconsciente, na calçada, com seu maxilar e seus dentes quebrados, com o corpo completamente ferido. Imediatamente, o levaram para o Hospital das Clínicas. Não consigo decidir-me nessa triste saga qual foi a pior das partes: os rapazes covardes, e certamente desprovidos de coração, que espancaram Ali até quase matá-lo, ou os PMs omissos, que apenas assistiram a um homem sendo espancado, covardemente. Se vivemos num mundo onde a máxima da boa convivência é "Faça para os outros o que você gostaria que fizessem para você", as atitudes descritas acima me deixam num estado de confusão mental tão grande que mal consigo expor minha indignação nessas linhas. Felizmente, não estou me omitindo também diante de tamanha barbárie. Espero que alguma atitude seja tomada daqui para frente. Afinal, naquela madrugada sangrenta, Ali foi espancado por ser gay. Mas diante de um mundo tão violento, qualquer um poderia sofrer uma agressão como essa. Chega de gente que ainda acha que botar fogo em índio e espancar gays é diversão! Estou fazendo o que posso...Você, que está lendo esse relato, por favor, faça também o que estiver ao seu alcance. Muito obrigado!
(por Fabricio Mardegan, criador do blog Whodouthinkur)