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	<title>Lara &#38; Mara*</title>
	<subtitle type="html">Para mulheres que amam mulheres com leveza e beleza</subtitle>
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	<tagline>Para mulheres que amam mulheres com leveza e beleza</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Exemplo de respeito</title>
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		    <updated>26.04.08 11:23:23</updated>
		    <published>20.04.07 07:31:08</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Reverberando e divulgando a diversidade. Um menino adotado, cantando a sua realidade de ter dois pais gays. Vamos divulgar as coisas boas que acontecem no planeta, com as pessoas do bem e refletir sobre o conceito de fam&#237;lia no s&#233;culo XXI. O v&#237;deo &#233; maravilhoso, &#233; da Holanda, e &#233; um exemplo de respeito &#224; diversidade.
clique aqui e veja o v&#237;deo

(enviado por Roberto Pereira do Centro de Educa&#231;&#227;o Sexual - CEDUS Co-Representante ONG-Sudeste/CNAIDS-MS Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A &#8211; Castelo 20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil Tel: (21) 2544-2866 Telefax: (21) 2517-3293)</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Navega&#231;&#227;o</title>
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		    <updated>19.04.07 07:08:19</updated>
		    <published>19.04.07 05:33:44</published> 
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&#34;Nas mansas correntes de tuas m&#227;os e em tuas m&#227;os que s&#227;o tormenta na nave divagante de teus olhos que t&#234;m rumo seguro na redondeza de teu ventre como uma esfera perpetuamente inacabada na morosidade de tuas palavras velozes como feras fugitivas na suavidade de tua pele ardendo em cidades incendiadas no lunar &#250;nico de teu bra&#231;o ancorei a nave. Navegar&#237;amos, se o tempo houvesse sido favor&#225;vel.&#34;
(Cristina Peri Rossi)</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Homenagem a Betty Friedan: &#237;cone do feminismo</title>
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		    <updated>18.04.07 07:21:38</updated>
		    <published>18.04.07 06:37:12</published> 
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Aquela que foi uma das mais influentes feministas do s&#233;culo 20, nos primeiros momentos de milit&#226;ncia, se op&#244;s a &#34;igualar feminismo com lesbiandade&#34;. Mais tarde, numa autocr&#237;tica, confessou que era &#34;muito quadrada&#34;e se sentia pouco confort&#225;vel para abra&#231;ar as causas dos gays. A express&#227;o &#34;Lavander Menace&#34; (amea&#231;a cor de lavanda) &#233; de sua autoria, e foi usada durante o encontro da NOW em 1969. &#34;Lavender Menace&#34; era um um recado para as l&#233;sbicas que queriam igualdade com o feminismo e foi mais tarde usada pelos ativistas dos direitos dos gays. Durante uma confer&#234;ncia feminista que aconteceu no vel&#243;dromo de Huston Texas, em 1977, para ratificar o projeto das Nac&#245;es Unidas &#34;Platform for Women&#34;, ela tomou o microfone e, diante de uma plat&#233;ia de cerca de dez mil mulheres, assinou a mo&#231;&#227;o que apoiava os direitos das l&#233;sbicas. Neste momento, milhares de bal&#245;es cor de lavanda subiram ao c&#233;u, enquanto as mulheres festejavam, gritavam e choravam. Apesar da oposi&#231;&#227;o da direita americana, a mo&#231;&#227;o foi aprovada no Congresso, Este foi o momento de gl&#243;ria total para o Movimento Feminista Americano, para os ativistas gays e para Betty Friedan. Betty Naomi Goldstein nasceu em Peoria, Illinois em 4 de fevereiro de 1921 , filha de um joalheiro e de uma jornalista que deixou o emprego para ser m&#227;e de fam&#237;lia e dona de casa.Fez os estudos b&#225;sicos na cidade natal e foi aluna do Smith College, onde editou o jornal da Universidade e se graduou summa cum laude, em 1942. Foi ativista marxista e frequentou c&#237;rculos judeus radicais. Abandonou os estudos de Psicologia em Berkeley (Universidade da Calif&#243;rnia) para trabalhar na imprensa sindicalista de esquerda. Em 1947, casou-se com o executivo de ag&#234;ncia de propaganda Carl Friedman. Em 1952, gr&#225;vida de seu segundo filho, Betty foi despedida de seu emprego no jornal sindicalista UE News. Na reuni&#227;o de sua turma de faculdade, em 1957, falou sobre o destino das formandas do Smith College, comparando seus potenciais e perspectivas na ocasi&#227;o da formatura e o destino vulgar que suas vidas tomaram. O discurso foi publicado em jornais e revistas dirigidos ao p&#250;blico feminino. Esta reflex&#227;o, semente da futura milit&#226;ncia, foi reescrita para ser publicada como livro, com o t&#237;tulo de &#34;A m&#237;stica feminina&#34;. Ela passeia pela import&#226;ncia do trabalho feminino nas sociedades industriais, em especial o papel de dona de casa em tempo integral que Betty julgava dif&#237;cil, &#225;rduo, mon&#243;tono mas n&#227;o devidamente reconhecido. Publicado em 1953, tornou-se um best seller mundial e &#233; considerado a base do novo Movimento Feminista. A tumultuada rela&#231;&#227;o de 22 anos com o marido terminou com o div&#243;rcio em 1969, quando saiu tamb&#233;m o M do sobrenome. A separa&#231;&#227;o foi acompanhada pelo p&#250;blico americano pela televis&#227;o, como uma novela. Betty falou aos telespectadores no Good Morning America - uma esp&#233;cie de &#34;Bom dia, Brasil&#34; - e concedeu in&#250;meras entrevistas coletivas para explicar o fracasso do casamento. Na autobiografia My Life So Far - Minha vida at&#233; agora, de 2000 - as agress&#245;es f&#237;sicas que afirmou ter sofrido foram narradas com detalhes. Carl morreu em 2005 e o casal teve 3 filhos e 9 netos: um dos filhos, Daniel, &#233; cientista e astr&#244;nomo muito conhecido.
Betty Friedan &#233; co-fundadora, junto com mais 27 pessoas (homens e mulheres) da NOW- U.S. - National Organization for Women(Organiza&#231;&#227;o Nacional de Mulheres) e com Pauli Murray (Anna Pauline Murray) (foto), a primeira bispa afro-americana, escreveu os estatutos da Entidade. Betty tamb&#233;m ajudou a criar a NARAL (National Association for the Repeal of Abortion Laws) - associa&#231;&#227;o especializada na luta pela aprova&#231;&#227;o de leis que dariam &#224;s mulheres americanas a op&#231;&#227;o legal de abortar. Nesse trabalho (1969) teve a colabora&#231;&#227;o de Bernard Nathanson e Larry Lader. O g&#234;nio abrasivo de Betty n&#227;o passou em branco. Discriminada desde sempre por ser feia e judia, desenvolveu um temperamento agressivo e complicado. Dias ap&#243;s o &#243;bito, em 7/2/2006, a controvertida escritora feminista Germaine Gree publicou um artigo no Guardian &#34;A Betty que conheci&#34;, em que chamava sua colega de &#34;ego&#237;sta, exigente e autoreferente&#34;, mas concordou que Betty Friedan mudou a Hist&#243;ria. Apesar de seu g&#234;nio dif&#237;cil, penso que ela tinha uma certeza: as mulheres n&#227;o ser&#227;o respeitadas se n&#227;o tiverem um padr&#227;o de comportamento masculino. Se forem do tipo 'mulherzinhas' ser&#227;o chamadas de &#8216;benzinho&#8217; e se conformar&#227;o com o tratamento. Betty qu&#237;s mudar isso para sempre&#8221;. Betty Friedan esteve no Brasil na d&#233;cada de 60, trazida pela escritora, editora e militante brasileira Rose Marie Muraro.
(por Thereza Pires, jornalista e colunista do MixBrasil)

Enquetes em vota&#231;&#227;o no Orkut
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Minha m&#227;e gosta de mulher</title>
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		    <updated>18.04.07 06:39:46</updated>
		    <published>17.04.07 06:24:30</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">A colunista Nina Lopes entrevista filha homossexual de m&#227;e l&#233;sbica

&#34;Minha m&#227;e gosta de mulher&#34;, berra a intr&#233;pida Sol, personagem do filme &#34;A mi Madre Le Gustan las Mujeres&#34;, divertid&#237;ssima com&#233;dia espanhola, dispon&#237;vel em DVD (sinopse aqui), que conta a hist&#243;ria da pianista Sofia que re&#250;ne suas filhas para contar que est&#225; namorando uma mulher. Acredite, esta &#233; a realidade de muitos filhos e filhas de homo e bissexuais, frutos de rela&#231;&#245;es anteriores, produ&#231;&#245;es independentes ou decis&#227;o do pr&#243;prio casal de iguais em se constituir uma fam&#237;lia. Essa gera&#231;&#227;o, al&#233;m de presenciar muitas vezes o preconceito pelas m&#227;es, vivencia o pr&#243;prio preconceito: o de ser filho de uma homossexual. Contar ou n&#227;o contar, eis a quest&#227;o. Muitas m&#227;es vivem o dilema de manter uma rela&#231;&#227;o com&#160;pessoa do mesmo sexo em segredo, para poupar seus filhos ou at&#233; mesmo por n&#227;o saberem lidar com&#160;a situa&#231;&#227;o. Tanto a m&#227;e quanto&#160;o filho deve ter acompanhamento psicol&#243;gico na hora de &#34;revelar&#34; a situa&#231;&#227;o, a fim de que n&#227;o haja traumas irrevers&#237;veis. Quanto mais natural, melhor. Nada de fazer estardalha&#231;o no meio da reuni&#227;o de fam&#237;lia de domingo. Isso ir&#225; deixar a todos constrangidos e o resultado pode n&#227;o ser o esperado. Encontre o momento certo de contar, de prefer&#234;ncia quando ele tiver maturidade para compreender e aceitar a situa&#231;&#227;o. Lembre-se que a sociedade exigir&#225; o dobro de voc&#234;, que para a maioria m&#237;ope, a sua orienta&#231;&#227;o pode desqualific&#225;-la como educadora e m&#227;e. N&#227;o desanime, pesquisas revelam que o lar constitu&#237;do por homossexuais tende a ser mais harmonioso e s&#243;lido que os relacionamentos heterossexuais. Ser homossexual, filha de homossexual e m&#227;e. Ser&#225; que d&#225;? N&#227;o s&#243; d&#225;, como todos os envolvidos fazem parte de uma fam&#237;lia estruturada e feliz. Bastou transpar&#234;ncia e clareza para que Lee (31 anos e coordenadora de Call Center) se entendesse com sua m&#227;e homossexual e com sua pr&#243;pria homossexualidade. Duvida? Ela mesma nos conta essa experi&#234;ncia &#237;mpar. Qual idade tinha e qual foi a sua rea&#231;&#227;o quando voc&#234; soube que sua m&#227;e era homossexual? Tinha 12 anos e sempre fui muito descolada. Ent&#227;o n&#227;o tive nenhum choque. E ainda me achei no dever de apoiar minha m&#227;e, pois em meio a quatro filhos, eu sou a &#250;nica mulher. Procurei entend&#234;-la. Quando voc&#234; se descobriu homossexual tamb&#233;m? Talvez o fato de apoiar minha m&#227;e e ser muito desencanada de preconceitos, me fez aceitar numa boa quando desejei estar com uma mulher. J&#225; fui noiva de um rapaz, que hoje &#233; meu amig&#227;o. Tenho um filho, de um cara que gostei muito e em meio a tudo isso namorei tamb&#233;m com garotas. Hoje tenho muito clara minha orienta&#231;&#227;o. E sou feliz. J&#225; a descoberta, sei l&#225;, eu j&#225; olhava para os seios das garotas na escola, no auge dos meus 10 anos. Em seguida veio a hist&#243;ria da minha m&#227;e. Depois disso fui aceitando todas as experi&#234;ncias surgidas a partir dos 17 anos. Freq&#252;entava boates gays com um amigo que era assumido. Na verdade minha m&#227;e ia de carro com a &#34;amiga dela&#34; e nos deixava na porta da boate (extinta Bug House) e ia para a Segredu&#180;s, ao final da balada, ela nos pegava na porta da boate e &#237;amos todos felizes para casa. Eu j&#225; ficava com meninas, mas s&#243; dava uns beijos. At&#233; por conta da minha indecis&#227;o, acho que posso dizer assim, tive minha primeira experi&#234;ncia sexual aos 21 anos, com um rapaz, e alguns meses depois com uma mulher. E como foi contar para sua m&#227;e? Tinha uma viagem de f&#233;rias marcada, onde ir&#237;amos eu, meu filho, minha namorada, um casal de amigos e chamei minha m&#227;e. Ela perguntou quem eram estes amigos, expliquei a ela, inclusive um deles ela conhecia muito bem, e disse que a amiga, era aquela que me ligava diariamente e que estava em casa aos finais de semana, e que inclusive era minha namorada. Ela sorriu, disse que j&#225; desconfiava, mas respeitou o meu tempo para contar. Disse que me apoiava, e que na verdade sempre quis que eu namorasse meninas. Seu filho sabe da sua orienta&#231;&#227;o? Se perguntar quem eu amo ele diz o nome dela. Talvez a idade dele (5 anos) n&#227;o deixe as coisas muito claras, mas ele chega a cham&#225;-la de m&#227;e. Como voc&#234; reagiria se soubesse que ele &#233; homossexual? Honestamente? Eu aceitaria a&#160;quarta gera&#231;&#227;o da fam&#237;lia numa boa. Para mim o que importa &#233; ele ser feliz. Qual a maior dificuldade em ser m&#227;e e homossexual? Eu costumo me impor muito em id&#233;ias, e por ter uma personalidade muito forte. O pai do meu filho chegou a amea&#231;ar brigar pela a guarda dele na justi&#231;a por conta de minha orienta&#231;&#227;o, mas ele viu que um briga dessas comigo eu iria at&#233; as &#250;ltimas, e ent&#227;o ele desencanou. Hoje ele me respeita. E em ser filha de homossexual? Esta quest&#227;o n&#227;o tem o menor peso na rela&#231;&#227;o m&#227;e e filha.
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Meus outros caminhos 
Orkut Lux Feminae Vozes e Acordes E-mail</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Document&#225;rio: Meu mundo &#233; esse</title>
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		    <updated>06.03.08 15:26:55</updated>
		    <published>16.04.07 06:06:23</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Dire&#231;&#227;o e roteiro: M&#225;rcia Cabral Produ&#231;&#227;o executiva: Irina Bacci e Marisa Fernandes Document&#225;rio gravado nas cidades de S&#227;o Paulo, Campinas, Diadema, Rio de Janeiro, An&#225;polis, Goi&#226;nia, Bras&#237;lia e Salvador
Foi lan&#231;ado em S&#227;o Paulo o v&#237;deo document&#225;rio &#8216;Meu Mundo &#201; Esse&#8217;, que faz um retrato bastante real da vida de mulheres negras e l&#233;sbicas no Brasil contempor&#226;neo. Produzido pelo Grupo Minas de Cor, com dire&#231;&#227;o e roteiro da sua coordenadora geral Marcia Cabral (foto). A estr&#233;ia aconteceu na sala Maria Ant&#244;nia, no Cine Pop Cine, e contou com a presen&#231;a de autoridades, ativistas do movimento negro e GLBTT, bem como amigos e apoiadores do document&#225;rio. &#8216;Meu Mundo &#233; Esse&#8217; &#233; uma radiografia do Brasil, numa hist&#243;ria real que se desenrola com o pano de fundo da discrimina&#231;&#227;o. L&#233;sbicas e negras, as mulheres contam como vivem, ganham dinheiro e o que esperam do futuro. Um retrato da vida, dos sonhos, do cotidiano dessas brasileiras. Brasil multicolorido, multifacetado. De S&#227;o Paulo &#224; Bras&#237;lia, de An&#225;polis a Recife, l&#233;sbicas negras, relatam com suas pr&#243;prias vozes e olhares, suas vidas e suas hist&#243;rias. O document&#225;rio dever&#225; entrar em cartaz a partir de segunda quinzena de abril, no Cine Pop Cine, Sala Maria Ant&#244;nia, Rua Maria Ant&#244;nia, 283 &#8211; S&#227;o Paulo.
(por Irina Bacci e extra&#237;do do MixBrasil)

A diretora M&#225;rcia Cabral &#233; estudante de Direito, Chef de Cozinha e Coordenadora Geral do Minas de Cor Espa&#231;o e Cidadania e Cultura. Nos &#250;ltimos anos M&#225;rcia dedica-se a visibilizar a exist&#234;ncia e a realidade de mulheres que s&#227;o negras e l&#233;sbicas, ap&#243;s ter coordenado uma pesquisa com essas mulheres, moradoras nas periferias da cidade de S&#227;o Paulo, realizado o Semin&#225;rio Nacional de L&#233;sbicas Negras: &#8220;Afirmando Identidades&#8221;, agora atua como diretora e roteirista, realizando o seu primeiro v&#237;deo-document&#225;rio.
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